Iria e Sam
Loucos não cegos
E não egos acumulados
Diferente mas estão
Sempre presente
Vendo o iludido compromisso
Com desperdiço, vaidade alma
Do negócio, sócio vai lá
Cadê o amor?
Acabou derepente
Os pentes vazios
Os corpos no chão
Motivo dinheiro, enriquecer
Petróleo e gás dos dias atuais
Natural tá acabando
E o poeta tolo falando
Mentiras contadas
Guerras aniquilada
Pessoas aniquiladas
Com uma bomba!
Mundo em hegemonia
Irônia, moinho de vento
Previsão, sangue derramado
A pátria, tal pátria
Moinho vejo
Guerra também!
Motivo fútil, e inútil
Moinho de areia, reduzido a pó
Perdas perdidas
vidas e etnias
E aí, cadê água?
Sangue no chão
Oração pros
Que se foram então
Eu ando com o tênis
Que veio do país
Mata milhões, diversidades
De produtos e varejo
Nem se fala nos bélicos
Leques aberto de exploração
Sentado na cadeira vendo jornal
A fúria, Intercontinental
Orquestral balística
Bombas em vão
Poder na mão
Que tem mais
Manda no território
Repatria esse tal
pedaço de pessoa
Coloca esse capital
Na veia e mostra
A bandeira
Pra mim besteira
Levam bem a sério
Palavras destruídas
Por inteiro
Cheiro de polvoras
Nos versos
Na caneta o capital
A orquestra Intercontinental
Esse tal?
Esse tal viral
Esse tal egoísmo
Hegemonia
Poeta calado
Amarrado
Mas nunca
Parado.
Autor: Flaviano Gomes
"Bem-vindo(a) ao meu blog, um dos melhores espaços de poesia contemporânea da internet! Aqui, cada poema é único, autoral e feito para tocar a alma e o coração de quem passa por aqui. Minha escrita é intensa, sincera e movida pelo desejo de inspirar, emocionar e transformar as pessoas e o mundo ao meu redor. Sinta-se em casa e deixe-se levar pelas palavras e pelo encanto delas."
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2020
Poema: Ela me deu um beijo
Ela me deu um beijo
Ela me deu um beijo
Mais gostoso que queijo"minas"
Meninas no caminho
Que nem flor na beira
Do caminho da roça
Ela me deu um beijo
Queixo dela é Agudo
Mexeu comigo
Fiquei mudo
Ela me deu um beijo...
Cheira poesia
Linda cantoria
Gritaria pro mundo
Ela me deu um beijo
Fui pro espaço nem
Astronauta diria
Tão alto que
Ela me deu um beijo
Diria é tão gostoso
Que desejo carinho
Qualquer, vem pra cá
Não pra lá calma
Alma tranquila
Linda poesia
Eu: diria vem pra cá
Para eu te amar
Te chamar beijinho
Leite ninho acomodadinho
No lado esquerdo
Sem erro.
Toco?
A batida foi porquê
Eu pensei em você
Erro da ortografia
Te lembro na fotografia
Grafia solitária
chega ser ordinária
Lembrança de um otário
Apaixonado não amado
Várias meninas
Nenhuma me evitou
Queijo?
Eu quero outro beijo
Queijo?
Com goiabada
O Romeu meu bem
Julieta querida
Letra de amante
Linda que nem diamante
Desejo e beijo
Romeu e Julieta
Ela me deu um beijo
Fiquei bobo
Um louco com noção
Sem noção da paixão
Que entrou em mim
Enfim seu beijo
É desejo sem fim
Meninas brincam
Com meu coração.
Prefiro a solidão
Com queijo e a goiabada
Na mão.
Nome: Flaviano Gomes
Ela me deu um beijo
Mais gostoso que queijo"minas"
Meninas no caminho
Que nem flor na beira
Do caminho da roça
Ela me deu um beijo
Queixo dela é Agudo
Mexeu comigo
Fiquei mudo
Ela me deu um beijo...
Cheira poesia
Linda cantoria
Gritaria pro mundo
Ela me deu um beijo
Fui pro espaço nem
Astronauta diria
Tão alto que
Ela me deu um beijo
Diria é tão gostoso
Que desejo carinho
Qualquer, vem pra cá
Não pra lá calma
Alma tranquila
Linda poesia
Eu: diria vem pra cá
Para eu te amar
Te chamar beijinho
Leite ninho acomodadinho
No lado esquerdo
Sem erro.
Toco?
A batida foi porquê
Eu pensei em você
Erro da ortografia
Te lembro na fotografia
Grafia solitária
chega ser ordinária
Lembrança de um otário
Apaixonado não amado
Várias meninas
Nenhuma me evitou
Queijo?
Eu quero outro beijo
Queijo?
Com goiabada
O Romeu meu bem
Julieta querida
Letra de amante
Linda que nem diamante
Desejo e beijo
Romeu e Julieta
Ela me deu um beijo
Fiquei bobo
Um louco com noção
Sem noção da paixão
Que entrou em mim
Enfim seu beijo
É desejo sem fim
Meninas brincam
Com meu coração.
Prefiro a solidão
Com queijo e a goiabada
Na mão.
Nome: Flaviano Gomes
Poema: Pedra do século XXI
Pedra do século XXI
Pedra na estrada
Pedra sempre no caminho
Pedra na vida
Pedra se insiste
Pedra que geram pedrada
Na nossa vidraça
Pedra da vizinhança
Precisamos de esperança
Ignore e mantenha distância
Pedra por todo lado
Caminho de espinho
Pedra no sapato
Porão de rato
Pedra, pedra, pedra
Até quando?
As chuva de pedras
Pedra no pretérito
Coisa de perito
Apelido pedra, pedra
Oh pedra insistente
Cadê o intemperismo
Pedra de nome
Pedra sem nome
Pedra conhecida
Ou pedra desconhecida?
Pedra no plural
Pedra na roupa do varal
De tantas coisa ruins
E de tantas pedradas
No mundo atual
Sujeito tem virar pedreiro
E transformar isso tudo
Em coisa boa:
Uma construção de amor.
Autor: Flaviano Gomes
Uma singela homenagem a nosso saudoso Poeta "Carlos Drummond de Andrade" que tanto nos inspira nos tempos atuais.
Pedra na estrada
Pedra sempre no caminho
Pedra na vida
Pedra se insiste
Pedra que geram pedrada
Na nossa vidraça
Pedra da vizinhança
Precisamos de esperança
Ignore e mantenha distância
Pedra por todo lado
Caminho de espinho
Pedra no sapato
Porão de rato
Pedra, pedra, pedra
Até quando?
As chuva de pedras
Pedra no pretérito
Coisa de perito
Apelido pedra, pedra
Oh pedra insistente
Cadê o intemperismo
Pedra de nome
Pedra sem nome
Pedra conhecida
Ou pedra desconhecida?
Pedra no plural
Pedra na roupa do varal
De tantas coisa ruins
E de tantas pedradas
No mundo atual
Sujeito tem virar pedreiro
E transformar isso tudo
Em coisa boa:
Uma construção de amor.
Autor: Flaviano Gomes
Uma singela homenagem a nosso saudoso Poeta "Carlos Drummond de Andrade" que tanto nos inspira nos tempos atuais.
terça-feira, 14 de janeiro de 2020
Poema: dinheiro
Dinheiro
Dinheiro, dinheiro
Compra até um engenheiro
Dinheiro vai te envaidecendo
Dinheiro é tempo
Tempo é dinheiro
Aí, de quem pensar
Que o dinheiro
Compra o amor
Nem a dor se cura
Com dinheiro
Muito menos comprar
O amor verbo
Mais lindo amar
Nem oxigênio e o ar
Dinheiro sinto cheiro
Pra que tanto?
Tem gente que nem tem?
Para se sustentar, alimentar
Tem dinheiro do ego
Nem olha a maioria
Longo penso,dinheiro
Pobre quem pensa que dinheiro
É felicidade, desfilar na cidade
Dinheiro para passagem
de ônibus
Hoje eu não tenho
Quem sabe Deus ajuda
Amanhã eu terei?
Concorrer de igual
Para igual
Sem essa meritocracia
Hipocrisia
Mérito do dinheiro
Eis, a questão?
Para fazer vestibular
Para ter um lar
Dinheiro para
Se alimentar
Dinheiro para gotejar
Os sonhos
Conquistar, vou sem
Ele assim mesmo
Pouco vira muito
Valorizar é prioridade
Nessa desigualdade
Que nítida
Tímida e cega a todos
Para construir investir algo
Capaz de transformar vidas
Sua,e de milhões
Parece tão fácil assim
Meu claro rapaz
Mas não é assim
Dinheiro ilusão
Dinheiro não se perca
Nesse egoísmo
sem freio
Terrível para viver
Em paz, sem pensar
Em dinheiro
Cada vez mais
Mais e mais
Satisfazer jamais...
Autor: Flaviano Gomes
Dinheiro, dinheiro
Compra até um engenheiro
Dinheiro vai te envaidecendo
Dinheiro é tempo
Tempo é dinheiro
Aí, de quem pensar
Que o dinheiro
Compra o amor
Nem a dor se cura
Com dinheiro
Muito menos comprar
O amor verbo
Mais lindo amar
Nem oxigênio e o ar
Dinheiro sinto cheiro
Pra que tanto?
Tem gente que nem tem?
Para se sustentar, alimentar
Tem dinheiro do ego
Nem olha a maioria
Longo penso,dinheiro
Pobre quem pensa que dinheiro
É felicidade, desfilar na cidade
Dinheiro para passagem
de ônibus
Hoje eu não tenho
Quem sabe Deus ajuda
Amanhã eu terei?
Concorrer de igual
Para igual
Sem essa meritocracia
Hipocrisia
Mérito do dinheiro
Eis, a questão?
Para fazer vestibular
Para ter um lar
Dinheiro para
Se alimentar
Dinheiro para gotejar
Os sonhos
Conquistar, vou sem
Ele assim mesmo
Pouco vira muito
Valorizar é prioridade
Nessa desigualdade
Que nítida
Tímida e cega a todos
Para construir investir algo
Capaz de transformar vidas
Sua,e de milhões
Parece tão fácil assim
Meu claro rapaz
Mas não é assim
Dinheiro ilusão
Dinheiro não se perca
Nesse egoísmo
sem freio
Terrível para viver
Em paz, sem pensar
Em dinheiro
Cada vez mais
Mais e mais
Satisfazer jamais...
Autor: Flaviano Gomes
Poema: Ela está ali
Ela está ali
Ela está ali
Eu vi
Não acreditei
Olhei esperei
Admirei
Como um bobo
Sem por quê?
Sem pra quê?
Vestimenta, perfeita
Abrir o livro dos sonhos
Abrir olhos respirei
Respirei novamente
Admirei
Ela olhou pra mim?
Será vai ser assim
Como sonho ou ilusão
Colapso lápis e caneta
Letras de amor
Coisa de pensador
Ou de perguntas?
Perguntas?
Só para dizer
que eu sinto
Sentimento lindo
Mas ela é linda
Seus olhos castanhos
Não percebi
Se eram pretos
Mais fiquei confuso
E admirado
Brilhava
Não sei porque
Mas brilhavam
Batom da cor
das rosas
Mais belas
O vermelho simboliza
O amor ou à incerteza
Ela olhou novamente
Pra mim?
No jardim, linda como jasmim
Uma flor bela
Chamei atenção dela
Como um bobo
Meio sem jeito
Ela sorriu
Lembrou de mim
Por causa do moletom
Até Tom Jobim se encantaria
Gostaria de fazer uma melodia
Ela é pura poesia
Ela sorriu
Porquê?
Me perco fico sem jeito
Perco a fala, penso para falar
Penso até demais
Atropelo as palavras
Ela está ali?
Ela conversando
Sorrindo de mim
Sorrindo pra mim
Nem sei estava
De boné ou sem boné
Sonharia com um cafuné
Iria para casa
Dela com permissão
Da mãe dela para tomar
Café, chamaria ela
Para ler gibi
E faria ela sorrir
Novo mundo, o peito já não mente
Versos estão cravados no peito
Feito aço, queria um abraço
E forte, perto dela coração
Desejo como gosto de cereja
Não te chamaria tomar cerveja
Chamaria para
tomar Milk-Shake
De maracujá
É só marcar
Que eu
Tô indo já
Chocolate para cobertura
Mistura de quem ama
De quem se apaixona
Como não gostar?
Como não amar?
Como não se apaixonar?
Mistura perfeita
Enfeita minhas manhãs
Te daria as minhas mãos
E não soltaria
Gostaria de ouvir um
Pouquinho mais sua voz
Eu diria que é tão doce
Quanto Milk-Shake
De maracujá
Mais doce chocolate
Te pediria
canta pra mim
Para me sorrir
Que eu vou até fim
Te arrumaria mil
Pretexto para sair
Com você
Para te ver
Para te sorrir
Te levar para
Algum lugar
Para ver e apreciar
Pôr do sol
Apreciar seu olhar
Te amar
Ela está ali
Ali?
Dentro do meu coração
Fiquei sem reação
Mas é coração
que manda
Ela ouviu
O que
Tinha para dizer
E sorriu
Ela estava ali?
Com vestido florido lindo
Com batom vermelho
Com olhos belos
Uma ligação de elo
A noite faz sentido
E tudo foi entendido
Ela estava ali?
Ali?
E eu fui contemplado
Sorriso dela é lindo
Me perdi
Me encontrei
No sorriso dela
Ela estava ali?
Ali?
E eu quase não reagi
Ela estava ali
Ali?
Autor: Flaviano Gomes
Ela está ali
Eu vi
Não acreditei
Olhei esperei
Admirei
Como um bobo
Sem por quê?
Sem pra quê?
Vestimenta, perfeita
Abrir o livro dos sonhos
Abrir olhos respirei
Respirei novamente
Admirei
Ela olhou pra mim?
Será vai ser assim
Como sonho ou ilusão
Colapso lápis e caneta
Letras de amor
Coisa de pensador
Ou de perguntas?
Perguntas?
Só para dizer
que eu sinto
Sentimento lindo
Mas ela é linda
Seus olhos castanhos
Não percebi
Se eram pretos
Mais fiquei confuso
E admirado
Brilhava
Não sei porque
Mas brilhavam
Batom da cor
das rosas
Mais belas
O vermelho simboliza
O amor ou à incerteza
Ela olhou novamente
Pra mim?
No jardim, linda como jasmim
Uma flor bela
Chamei atenção dela
Como um bobo
Meio sem jeito
Ela sorriu
Lembrou de mim
Por causa do moletom
Até Tom Jobim se encantaria
Gostaria de fazer uma melodia
Ela é pura poesia
Ela sorriu
Porquê?
Me perco fico sem jeito
Perco a fala, penso para falar
Penso até demais
Atropelo as palavras
Ela está ali?
Ela conversando
Sorrindo de mim
Sorrindo pra mim
Nem sei estava
De boné ou sem boné
Sonharia com um cafuné
Iria para casa
Dela com permissão
Da mãe dela para tomar
Café, chamaria ela
Para ler gibi
E faria ela sorrir
Novo mundo, o peito já não mente
Versos estão cravados no peito
Feito aço, queria um abraço
E forte, perto dela coração
Desejo como gosto de cereja
Não te chamaria tomar cerveja
Chamaria para
tomar Milk-Shake
De maracujá
É só marcar
Que eu
Tô indo já
Chocolate para cobertura
Mistura de quem ama
De quem se apaixona
Como não gostar?
Como não amar?
Como não se apaixonar?
Mistura perfeita
Enfeita minhas manhãs
Te daria as minhas mãos
E não soltaria
Gostaria de ouvir um
Pouquinho mais sua voz
Eu diria que é tão doce
Quanto Milk-Shake
De maracujá
Mais doce chocolate
Te pediria
canta pra mim
Para me sorrir
Que eu vou até fim
Te arrumaria mil
Pretexto para sair
Com você
Para te ver
Para te sorrir
Te levar para
Algum lugar
Para ver e apreciar
Pôr do sol
Apreciar seu olhar
Te amar
Ela está ali
Ali?
Dentro do meu coração
Fiquei sem reação
Mas é coração
que manda
Ela ouviu
O que
Tinha para dizer
E sorriu
Ela estava ali?
Com vestido florido lindo
Com batom vermelho
Com olhos belos
Uma ligação de elo
A noite faz sentido
E tudo foi entendido
Ela estava ali?
Ali?
E eu fui contemplado
Sorriso dela é lindo
Me perdi
Me encontrei
No sorriso dela
Ela estava ali?
Ali?
E eu quase não reagi
Ela estava ali
Ali?
Autor: Flaviano Gomes
segunda-feira, 13 de janeiro de 2020
Poema: Brendha
Brendha
Discreta como o pôr do sol
Linda por dentro, e por fora
Menina de olhos castanhos
Me perdi no seu encanto
De fala suave, macia
Se perguntar o que tá falando
Eu não saberia
Sorriso de quem só quer viver a vida
Ao mais lento possível menina sensível
De deslumbrante olhar
Sonho beira mar
Virtudes marcantes
Alma de viajante
De lugares distantes
Ama dançar
Pequenas coisas
Simples como viver
E bailar pra lá pra cá
Como não amar?
Perfeita, enfeita
Sua vida com livros
Seus risos me acalmam
Colore minha alma
Nariz delicadinho
Deus fez com carinho
De cabelos ao ombro
Juro que não me engano
Eu te amo, sempre te amei
Mesmo sabendo que o destino
Reserva outros caminhos.
Autor: Flaviano Gomes da Silva
Discreta como o pôr do sol
Linda por dentro, e por fora
Menina de olhos castanhos
Me perdi no seu encanto
De fala suave, macia
Se perguntar o que tá falando
Eu não saberia
Sorriso de quem só quer viver a vida
Ao mais lento possível menina sensível
De deslumbrante olhar
Sonho beira mar
Virtudes marcantes
Alma de viajante
De lugares distantes
Ama dançar
Pequenas coisas
Simples como viver
E bailar pra lá pra cá
Como não amar?
Perfeita, enfeita
Sua vida com livros
Seus risos me acalmam
Colore minha alma
Nariz delicadinho
Deus fez com carinho
De cabelos ao ombro
Juro que não me engano
Eu te amo, sempre te amei
Mesmo sabendo que o destino
Reserva outros caminhos.
Autor: Flaviano Gomes da Silva
Poema: Menino Jesus
Menino Jesus
Três magos já sabia
Que profeta nascia
com a esperança no olhar
Foram viajar ao encontro
do menino Jesus
Belém foi escolhida
Como a cidade divina
Maria nossa rainha
José nosso rei
menino Jesus nosso Salvador
Trouxe paz, alegria, e compaixão
A partir daquele dia milagre acontecia.
Autor: Flaviano Gomes da Silva
Três magos já sabia
Que profeta nascia
com a esperança no olhar
Foram viajar ao encontro
do menino Jesus
Belém foi escolhida
Como a cidade divina
Maria nossa rainha
José nosso rei
menino Jesus nosso Salvador
Trouxe paz, alegria, e compaixão
A partir daquele dia milagre acontecia.
Autor: Flaviano Gomes da Silva
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