Translate

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Poema: O que é de responsabilidades dos que somem?

 


O que é de responsabilidades dos que somem?


Os desmazelo sociais que existem na raíz do país 

E são negados a todo instante em que estão aí,

A todo vapor, liquidando as pessoas e as vidas,

Os sonhos, o futuro, um lado obscuro e amores.


Um poeta oferecendo flores em pleno valores,

Essas vidas têm vida, perde o sentido de viver

Os burgueses pegando os lucros com usura,

O suor de trabalhadores, dores de gente que


É submissa, que trabalha o dia e a noite

Para não morrer de fome, realidade dura

Quem são as pessoas que não comem?

É de responsabilidades dos que somem?


Injustiça secular, muitas pessoas sem um lugar

Para morar, a desesperança alojada no peito,

Miséria que existe, que é negada, que persiste.

Em tempos atuais, precisam de tanta mudança,


Que são cruciais, que sentem na pele e rezam

Por justiça social, meu amor, isso não é esmola.

Precisamos de escolas e sacolas de supermercado 

Cheias de alimentos em vez de vazio e lamentos 


São novos tempos de outrora que rolam para ter

Mais dignidade, ter o prazer de desfrutar da vida

De verdade, com mais igualdade e oportunidade.

Acredito no que é dito nas entrelinhas do horizonte


Que estão no fronte, e daqui para frente o sol vai

Brilhar, para nunca mais parar, quem não viu, verá

O sol nascer a vontade do povo acontecer, no céu 

A estrela vermelha vai aparecer para nortear o país.


Autor: Flaviano Gomes da Silva

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Poema: O que o amor espera da gente?

 


O que o amor espera da gente?


Muitas das vezes nós perguntamos

Consigo mesmo: o que é o amor?

E como ele nasce perfeitamente,

Na gente? sinceramente eu não sei


O que o amor espera da gente 

É ousadia dizer timidamente sincero

Bom dia para moça desconhecida 

Sem pretensão, quem sabe ela vira


Sua inspiração, ouvir a voz do coração 

Que diz tão baixinho na intuição na fé 

Que esse é o caminho sem dizer que não 

Tem espinhos nessa faixadas das ruas


O que o amor espera da gente? 

Coragem para puxar uma conversa 

Qualquer desses assuntos destes  

Sem ser intelectual reparar os detalhes 


Aquele de alto-astral aqueles que 

Esquece o tempo que nem parado 

E flutuando com um astronauta espacial

Uma conversa de que toca docilmente 


Que conquista um amor para vida 

Inteira que dá uma rasteira na solidão 

Por instante nesse vazio não precisa 

Ser um remédio basta matar o tédio 


Ser nosso intermédio entre o amor 

E o carinho, que vêm sutil no peito 

Num leito de um rio você é sempre 

Cheia de vida uma ida na sua alma 


Feminina tão felina, é divina uma fina 

Poesia o sol na neblina, sol que impera 

Na cortina, vira minha rotina inteira  

De ponta-cabeça, sou mais feliz assim.


Autor: Flaviano Gomes da Silva

sábado, 26 de setembro de 2026

Poema: É o nosso grito


 

É o nosso grito 


Olhos indiscretos pelas ruas com tempero 

De lágrimas que reinam a solidão social 

Nesse mar de carência sufoca essa sede 

De dias vazios que são rios estão sem vida


E dizer que toda tristeza está concentrada ida 

Em gerações mais de revolta são estão sofrendo 

Sempre na saudade da boa prosa no cotidiano 

Sobre o rumo da nossa nação dirão: que não!


O intenso clarão é o futuro de um homem só 

Que faz sonhar com o sol nascente que toca

Realmente, quem sente na ferida social a fome 

Tem nome e sobrenome que estão espalhados 


Por esse país em cada canto, um canto triste 

De miséria que é muito séria a privação das

Oportunidades seculares mesmo sabendo que

Esse nosso lugar e lar, essa terra que amo tanto 


Me disponho sonho com um país mais igual, justo

Soberano sinceramente sou esse homem que não 

Esconde o amor no meu peito o lado imperfeito 

Feito de carne e osso, é o nosso grito tão aguerrido.



Autor: Flaviano Gomes da Silva

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Poema: Maçã manchada

 


Maçã manchada


Sou uma maçã manchada na bancada

Da feira um homem na multidão que 

Ninguém quer escolher nem de graça  

Como que a vida se realça deste jeito?


De não ser escolhido por não ser padrão

Definido de beleza superficial tão banal

Sinto que sou um ser, um pobre coitado

Não amado, sei que fundo sou bem mais 


Que todas rejeições sofridas por um cara 

Com defeitos contendo erros e virtudes

Mas, sei de uma certeza que real beleza

Vêm de dentro essa ninguém tira de você


Essa é o diferencial do coração autêntico

Esse é genuíno não tem preço todo o meu 

Apreço aos sonhadores, último romântico

Por sua consciência do seu amor próprio.


Autor: Flaviano Gomes da Silva

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Poema: Arquétipo do amor

 

Arquétipo do amor 


Preciso ficar tão só, distante do seus risos que toca

Que me contagia aos poucos me faz palpite louco

Você não admite tudo isso é a chama viva do calor 

Seu cheiro cítrico suave, vive em mim, sem um fim 


Qualquer palavra boba risonha que toca alma que 

Sonha o órgão que bate tão vulnerável em sentir o 

Debruça ao tocar solitariamente, você sabe que sei

Que só vejo o brilho dos seus olhos que eu amo nas 


Entrelinhas aliada ao lado reverso sou um só verso 

Homem feliz, alegre, só isso me basta me faz bem 

Viver o resto da vida ao seu lado não consigo ficar 

Sem você, não há mínima noção, eu estou tão feliz?


Eu amo nas coisas mais simples da vida que falece

Acontece ser escolhido por divino sentido de amar 

Até as belas palavras que se cala essa vida pode ter

Sonhos para se sonhar sentir no verdadeiro mundo


Mil flores belas por esse jardim, arquétipo do amor 

Agora estou do seu lado, como um homem sem dor

Sente ser amado por mulher madura um amor que 

Dura o instante eterno mais do que eu posso sentir.


Autor: Flaviano Gomes da Silva 













terça-feira, 8 de setembro de 2026

Poema: E agora que eu faço da minha rotina?

 


E agora que eu faço da minha rotina?


Olha a minha cara lavanda ela anda procurando você

Nas noites vazias, na fome dos dias ensolarado do seu

Lado a minha cara lavanda que se declara por este país

Amo seu jeito tão meigo de ser feliz o meu idealismo 


Minha raiz, eu nunca fui feliz assim um toque no seu 

Delicado nariz no clichê do romantismo pragmático

Que te procura em cada esquina, e agora o que faço da

Minha rotina? está impregnado no brilho da sua retina 


Menina que me fascina você é sina dos dias tristes, dos

Meus sorrisos incontidos sentidos nessa falência dessa  

Solidão no cheiro desse ar nesse platônico jeito pessoal 

De amar, me perdoe meu amor por então me declarar.


Autor: Flaviano Gomes da Silva

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Poema: Você fica tão sexy quando fica irritada

 


Você fica tão sexy quando fica irritada 


E se disser que te amo tanto a ponto de te amar

Enquanto você olha para o universo faço esses

Versos conspira tudo a nosso favor louco amor 

Inspira, admira até o sol se pôr propor, compor 


Loucuras de amor vou usar meu intenso calor para

Te enlouquecer vou fazer você perder, o total juízo 

Sutilmente com meu humor nos meus braços sem

Qualquer prejuízo um início, é como um vício por


Gostar desse seu jeito mandona de ser essa 

É a lembrança mais linda que tenho de você  

Guardado no peito tatuado na minha alma

Fazia só por prazer de te ver com tanta raiva


Perdendo a calma fazia tudo de novo, para você 

Ficar brava, você fica tão sexy quando se irrita 

Fica ainda mais bonita como uma poesia dita eu 

Amo seu jeito rude, com sua atitude, não dava para


Resistir o seu jeito autoritário, você parecia tão 

Solitária de viver, acho que eu fazia isso para  

Te enlouquecer às vezes sem que eu perceba 

Eu não existia sem você, sentia o coração pulsar


Tudo isso para notar nesse arrebatador presságio 

De amor estou a dois passo do que eu não sei 

Só quero te fazer sorrir e você com essa atitude 

Cruel na defensiva, menina argumentativa que 


Me cativa então fica comigo antes de eu partir 

Prova um beijo meu, eu juro que mesmo depois 

Do sol raiar vou te amar, vou te levar para um

Lugar que faça você sonhar, acreditar no amor.

 

Autor: Flaviano Gomes da Silva