Teorema
O quanto posso admirar a sua arte?
O seu corpo, boca, olhos, mãos, pés
E ser real, mais que um poema ideal
Ser despretensioso, gracioso, esse teorema
O amor faz a gente andar fora da solidão
Nós dois no planeta, assim bem juntinhos
Algo que mereça ser escrito com ternura à mão
Escrevendo com a caneta uma carta de amor
Sou careta: esse é meu simples dom, fora do tom
Meu ofício de poeta que sou esse vagabundo
Que vai distribuindo encantadoras rosas
Pela paisagem da imensidão desse vasto mundo
Um amor profundo que vou lapidando
Bem mais fundo, vou florando esse amor
Do que há de mais bonito nesse infinito.
Autor: Flaviano Gomes da Silva
Dedico esse poema a todos ao dia dos namorados, para todos os casais.