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sábado, 7 de fevereiro de 2026

Poema: Eu estou decidido te amar

 

Eu estou decidido te amar 


Enquanto eu te abraço, me ame até faltar o ar

O tempo pausar, o sol raiar, até perder o juízo 

Te fazer você sorrir com uma palhaçada minha 

Tão sem graça... se eu for uma mala sem alça 


Então me desculpe por essa audácia, por essa 

Falta de experiência vou te amar no pôr do sol

Com todo carinho em nosso ninho, vou beijar 

Com tanta alma, te amar com calma em paz


Ser tão cuidadoso, zeloso, com seu calor

Quem disse que somos imunes a esse amor?

Sou tão aprendiz, inexperiente a um ponto 

Te perder nesse dueto de encontro de corpos 


Me sinto tão completo, repleto de desejo

Algo que eu vejo vou te amando aos poucos 

Te esquecer em uma gaveta para sempre 

Onde estão os meus sonhos, sonetos e segredos


É tão difícil melhor esquecer, se eu merecer 

Seu lindo sorriso é tão forte que me faz sentir 

Vivo, eu não duvido sentir seu perfume e falar 

No seu ouvido, eu estou decidido te amar.


Autor: Flaviano Gomes da Silva 









segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Poema: Até o amanhecer


Até o amanhecer 


Amei tanto você que até me embriaguei 

De seu meigo sorriso, com tão pouco juízo 

Quase nada, para eu dizer que é minha 

Amada, a minha bela musa inspiradora 


De batom vermelho, com o cabelo solto 

 Nós seus cachos quero me enrolar a vida inteira, 

Então me abrace em seus braços forte assim 

Quando eu tocar no seu corpo até o entardecer 


Até o amanhecer, faço isso por amor:

De um pobre louco, solitário escrivão 

Tentando encontrar o amor em vez da razão

Sei que vou te amar de todo o meu coração.


Autor: Flaviano Gomes da Silva 


Difícil é não se apaixonar por você, um boêmio sendo um boêmio.



domingo, 1 de fevereiro de 2026

Poema: Em prol do amor

 

Em prol do amor


O poeta sonha: a tristeza o acompanha

Ele também ama independente 

Se têm fama ou sem a fama  

Faça chuva ou faça sol em prol do amor onde for

Faz seus poemas com a dor

Com lemas é militante dos ideais 


Poetiza os amores reais 

Cumpre o seu papel é fiel ao seu coração 

Mesmo que esteja em solidão 

Em completa confusão, composição 

Mesmo esteja fora do tom, usa seu dom

E em versos espalha seu pranto


Pelo mundo com ternura, e encanto

Alcunha: de triste, louco e solitário 

Existe vida nessas estrofes

Nessa loucura que insiste 

Com o peito ferido ainda persiste 

Se faz imortal com às palavras 


Caneta, papel, versos, estrofes 

É sua arma seu instrumental 

O seu rol, é sua coisa mais preciosa

E  sagrado com o sol, e a terra 

Está sempre pronto pra guerra 

Para sempre amar, ser lar, aconchego


Sem deixar o ego inflar, poesia para curar

Para transformar, conscientizar o poeta 

Sempre vai amar e ter algo para poetizar 

Nem todo poema precisa rimar

Nem tudo na vida precisa se encaixar

Tudo na vida precisa de amar. 


Autor: Flaviano Gomes da Silva 



quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Poema: Em dias de lutas

 Em dias de lutas


Hoje eu lutei, venci com garra e coragem, firme

Onde os covardes não restam não têm vez

Nem o pó , com um coração leve, e aguerrido 

Como um guerreiro de fé, lutando dias na ralé 


Hoje foi difícil até para respirar, sem tempo parar

Foi intenso, rotina cansa morre o corpo cansado tão 

Anestesiado, hoje é dia vem de lutas na militância viva 

Comigo que dia de correria, sorria coloque o melhor 


Sorriso no rosto e vai na fé, parti com coragem 

Que hoje é dia de vencer, venceremos sempre 

Com a força que existe no meu coração em Deus 

Com habilidade de transformar a dor em amor


Esse é nosso diferencial com a força que existe 

Em mim, saber que Deus olha por mim todos os dias 

Me guiando na escuridão em dias de lutas e glórias 

De cabeça erguida, com fé, força e determinação


Com dignidade, honestidade somos guerreiros 

Em verso em verso vamos vencendo o leão de

Cada dia, eu sou merecedor o prêmio é vencer

A guerra com justiça social sendo o meu farol.


Autor: Flaviano Gomes da Silva


A poesia machuca tão profundamente mais que um soco. Esse é o poder dos versos.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Poema: Como um vira-lata triste sem rumo na rua sozinho

   

Como um vira lata triste sem rumo na rua sozinho 


Como um vira-lata triste sem rumo na rua sozinho 

A tristeza me arrasta, na fé ímpar de um martírio 

Me alastra em meio às fraquezas humanas cotidianas

Da alma as dúvidas nuas falam tanto em mim


Com fé, e determinação, virtude, focado 

Com o coração puro, percepção aguçada 

Tenho que ter coragem, força e empatia 

Para buscar, e seguir os meus sonhos 


Sei que não é fácil, nas margens da imensidão 

Falar do amor, quando se fura uma bolha

Sinto muitos percalços sociais, emocionais, 

Os loucos também amam estão sóbrios lúcidos 


Dos sentimentos nasce a poesia genuína, autêntica 

A alma incendeia em febre no tempo de luta 

Tatuando a alma com traumas emocionais 

Frustrações, medos, anseios, dores, e rejeições.


Autor: Flaviano Gomes da Silva


domingo, 25 de janeiro de 2026

Poema: Sem tempo pra parar

 Sem tempo pra parar 


O coração bate, bate
Em batida em batida 
Eu continuo andar
Sem tempo pra parar

Sem tempo pra 
Reparar o tempo 
Só anda pra frente 
No modo automático 

Tic-tac tic-tac me engoliu 
Só sorriu, só sorriu 
É a pior coisa que existe 
O tempo é opaco, e triste 

O tempo é um rio corre 
Só para frente, diferente 
De qualquer coisa 
A mesma rotina tudo igual 


Nada fora do normal 
E se é normal?
O corpo anestesiado
Qualquer amor 

Do meu lado 
Não sinto dor 
O sol não me aquece 
A chuva não me molha


Não sinto nada
Quando o nada é nada
O coração maltrata 
Sufoca o ser humano.

Autor: Flaviano Gomes da Silva

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Poema: Até o entardecer



Até o entardecer 


Estou ficando louco

Aos poucos, assim 

Cante pra mim, só isso 

Me diz que me ama


Vou acariciar seus 

Cabelos, me livrar 

Dessa solidão, eu

Preciso de um alívio 


Para eu respirar 

Vou me dedicar 

Preciso te amar 

Nessa doce manhã


Até o entardecer 

Preciso te ter ou

te esquecer no

Encontro do sol


Ter você do lado

Um pôr do sol, 

Meio alaranjado 

Beijar o seu corpo


Da cor do pecado 

Suas curvas, eu preciso 

Sentir o toque macio

De suas mãos em mim


Sem elas é quase o fim

Meu coração tão selvagem 

Desinquieto, bem perto 

Coberto de tanto amor.


Autor: Flaviano Gomes da Silva 


Às vezes, o coração não fala, ele grita.