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sábado, 3 de outubro de 2026

Poema: Um homem que carrega uma multidão no peito

 



Um homem que carrega uma multidão no peito 


Um homem que carrega 

Uma multidão no peito 

Carrega sonhos, temores 

Dores e também amores


É assim que se lapida 

Um homem no fervor 

Da alma, do amor algo

Dito com paixão, dom


Que paira no ar através 

Da linha do tempo um

Elo circuito de ideais 

Que um idealista faz


Refaz nessa magnitude 

De uma virtude assim 

Será até o dia clarear

Meus grisalhos reinar


O até Deus me permitir 

Chegar assim serei todo 

Seu orgulho de cada dia

O pão de todo dia para 


Todos sem exceção nação 

Falar com razão com culhão 

Aí serei um grande guerreiro

Farei pro meus que mais 


Necessita mereço uma moça 

Bonita para eu compartilhar 

Essa vida e partilhar o seu

Olhar, assim serei tão feliz


Vou fazer versos por este

País agora vou embora,

Por esse mundo afora

Não chora, senão eu fico


Muito triste sou feliz porque 

Você existe esse amor persiste 

Mas, levo você no coração 

Com amor e total carinho


Sem destino vindo de um

Homem interiorano um

Tal Flaviano poeta aptidão 

Um ser que vive na solidão.


Autor: Flaviano Gomes da Silva 

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Poema: A trilha sonora deste país

 



A trilha sonora deste país


O desmazelo imenso social que existem na raiz deste país 

São negados a todo instante em estão a todo vapor, 

Liquidando as pessoas e tudo ao redor e o ambiente

Os sonhos, o futuro, um lado obscuro e todos os amores


Um poeta oferecendo flores em pleno valores,

Essas vidas têm vida, perde o sentido de viver

Os burgueses pegando os lucros com tanta usura,

O suor de trabalhadores, dores de gente que


É submissa, que trabalha o dia e a noite

Para não morrer de fome, realidade dura

Os que comem e os que não comem?

São responsabilidades dos que somem?


Injustiça secular, muitas pessoas sem um lugar

Para morar, a desesperança alojada no peito,

Miséria que existe, que é negada, que persiste.

Em tempos atuais, precisam de tanta mudança,


Criar mais universidades nesse território fazer

Algo notório por esse povo tão fervoroso fundar

Hospitais, quintais de cultura espalhado por tudo

Que é canto, eu canto, meu canto livre e próspero


Que haja muita diversidade que fonte de riqueza

A certeza de uma manhã mais harmoniosa para 

Todos nós que brilhe cada cidadão dessa nação

Assim serei mais feliz, e meu povo também sorrir


Com muita intensidade, ter culhão para vencer 

Com classe o dia a dia por isso viverei com 

Mais orgulho e paixão e pela nossa nação, não

É porque as condições estão boas, mas pode 


Melhorar que esforço e determinação haja 

O que houver nunca desistir de um amanhecer

Melhor para todos a vontade do povo sempre

Prevalecer mesmo que a escuridão, desilusão 


Erguer é assim que tem que ser para viver

Com ideais firmes e fortes o prato vazio for

Só passado esse que é tratado que deve fazer

Não prometas promessas vazias sem fundamentos


São palavras ao vento, mesmo o progresso seja 

Um pouco lento não perder a esperança no futuro

Que todos merecem partilhar, compartilhar de uma

Manhã melhor mais autonomia sujeito pensante


Que são cruciais, que sentem na pele e rezam

Por justiça social, meu amor, isso não é esmola.

Precisamos de escolas e criar mais creches, sacolas 

Cheias de alimentos em vez de vazio e lamentos 


São novos tempos de outrora que rolam para ter

Mais dignidade, ter o prazer de desfrutar da vida

De verdade, com mais igualdade e oportunidade

Acredito no que é dito nas entrelinhas do horizonte


Que estão no fronte, e daqui para frente o sol vai

Brilhar, para nunca mais parar, quem não viu, verá

O sol nascer a vontade do povo acontecer, no céu 

A estrela vermelha vai aparecer para nortear o país.


Autor: Flaviano Gomes da Silva

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Poema: O que o amor espera da gente?

 


O que o amor espera da gente?


Muitas das vezes nós perguntamos

Consigo mesmo: o que é o amor?

E como ele nasce perfeitamente,

Na gente? sinceramente eu não sei


O que o amor espera da gente 

É ousadia dizer timidamente sincero

Bom dia para moça desconhecida 

Sem pretensão, quem sabe ela vira


Sua inspiração, ouvir a voz do coração 

Que diz tão baixinho na intuição na fé 

Que esse é o caminho sem dizer que não 

Tem espinhos nessa faixadas das ruas


O que o amor espera da gente? 

Coragem para puxar uma conversa 

Qualquer desses assuntos destes  

Sem ser intelectual reparar os detalhes 


Aquele de alto-astral aqueles que 

Esquece o tempo que nem parado 

E flutuando com um astronauta espacial

Uma conversa de que toca docilmente 


Que conquista um amor para vida 

Inteira que dá uma rasteira na solidão 

Por instante nesse vazio não precisa 

Ser um remédio basta matar o tédio 


Ser nosso intermédio entre o amor 

E o carinho, que vêm sutil no peito 

Num leito de um rio você é sempre 

Cheia de vida uma ida na sua alma 


Feminina tão felina, é divina uma fina 

Poesia o sol na neblina, sol que impera 

Na cortina, vira minha rotina inteira  

De ponta-cabeça, sou mais feliz assim.


Autor: Flaviano Gomes da Silva

sábado, 26 de setembro de 2026

Poema: É o nosso grito


 

É o nosso grito 


Olhos indiscretos pelas ruas com tempero 

De lágrimas que reinam a solidão social 

Nesse mar de carência sufoca essa sede 

De dias vazios que são rios estão sem vida


E dizer que toda tristeza está concentrada ida 

Em gerações mais de revolta são estão sofrendo 

Sempre na saudade da boa prosa no cotidiano 

Sobre o rumo da nossa nação dirão: que não!


O intenso clarão é o futuro de um homem só 

Que faz sonhar com o sol nascente que toca

Realmente, quem sente na ferida social a fome 

Tem nome e sobrenome que estão espalhados 


Por esse país em cada canto, um canto triste 

De miséria que é muito séria a privação das

Oportunidades seculares mesmo sabendo que

Esse nosso lugar e lar, essa terra que amo tanto 


Me disponho sonho com um país mais igual, justo

Soberano sinceramente sou esse homem que não 

Esconde o amor no meu peito o lado imperfeito 

Feito de carne e osso, é o nosso grito tão aguerrido.



Autor: Flaviano Gomes da Silva

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Poema: Maçã manchada

 


Maçã manchada


Sou uma maçã manchada na bancada

Da feira um homem na multidão que 

Ninguém quer escolher nem de graça  

Como que a vida se realça deste jeito?


De não ser escolhido por não ser padrão

Definido de beleza superficial tão banal

Sinto que sou um ser, um pobre coitado

Não amado, sei que fundo sou bem mais 


Que todas rejeições sofridas por um cara 

Com defeitos contendo erros e virtudes

Mas, sei de uma certeza que real beleza

Vêm de dentro essa ninguém tira de você


Essa é o diferencial do coração autêntico

Esse é genuíno não tem preço todo o meu 

Apreço aos sonhadores, último romântico

Por sua consciência do seu amor próprio.


Autor: Flaviano Gomes da Silva

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Poema: Arquétipo do amor

 

Arquétipo do amor 


Preciso ficar tão só, distante do seus risos que toca

Que me contagia aos poucos me faz palpite louco

Você não admite tudo isso é a chama viva do calor 

Seu cheiro cítrico suave, vive em mim, sem um fim 


Qualquer palavra boba risonha que toca alma que 

Sonha o órgão que bate tão vulnerável em sentir o 

Debruça ao tocar solitariamente, você sabe que sei

Que só vejo o brilho dos seus olhos que eu amo nas 


Entrelinhas aliada ao lado reverso sou um só verso 

Homem feliz, alegre, só isso me basta me faz bem 

Viver o resto da vida ao seu lado não consigo ficar 

Sem você, não há mínima noção, eu estou tão feliz?


Eu amo nas coisas mais simples da vida que falece

Acontece ser escolhido por divino sentido de amar 

Até as belas palavras que se cala essa vida pode ter

Sonhos para se sonhar sentir no verdadeiro mundo


Mil flores belas por esse jardim, arquétipo do amor 

Agora estou do seu lado, como um homem sem dor

Sente ser amado por mulher madura um amor que 

Dura o instante eterno mais do que eu posso sentir.


Autor: Flaviano Gomes da Silva 













terça-feira, 8 de setembro de 2026

Poema: E agora que eu faço da minha rotina?

 


E agora que eu faço da minha rotina?


Olha a minha cara lavanda ela anda procurando você

Nas noites vazias, na fome dos dias ensolarado do seu

Lado a minha cara lavanda que se declara por este país

Amo seu jeito tão meigo de ser feliz o meu idealismo 


Minha raiz, eu nunca fui feliz assim um toque no seu 

Delicado nariz no clichê do romantismo pragmático

Que te procura em cada esquina, e agora o que faço da

Minha rotina? está impregnado no brilho da sua retina 


Menina que me fascina você é sina dos dias tristes, dos

Meus sorrisos incontidos sentidos nessa falência dessa  

Solidão no cheiro desse ar nesse platônico jeito pessoal 

De amar, me perdoe meu amor por então me declarar.


Autor: Flaviano Gomes da Silva