É o nosso grito
Olhos indiscretos pelas ruas com tempero
De lágrimas que reinam a solidão social
Nesse mar de carência sufoca essa sede
De dias vazios que são rios estão sem vida
E dizer que toda tristeza está concentrada ida
Em gerações mais de revolta são estão sofrendo
Sempre na saudade da boa prosa no cotidiano
Sobre o rumo da nossa nação dirão: que não!
O intenso clarão é o futuro de um homem só
Que faz sonhar com o sol nascente que toca
Realmente, quem sente na ferida social a fome
Tem nome e sobrenome que estão espalhados
Por esse país em cada canto, um canto triste
De miséria que é muito séria a privação das
Oportunidades seculares mesmo sabendo que
Esse nosso lugar e lar, essa terra que amo tanto
Me disponho sonho com um país mais igual, justo
Soberano sinceramente sou esse homem que não
Esconde o amor no meu peito o lado imperfeito
Feito de carne e osso, é o nosso grito tão aguerrido.
Autor: Flaviano Gomes da Silva