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sexta-feira, 12 de junho de 2026

Poema: Teorema

 


Teorema


O quanto posso admirar a sua arte?

O seu corpo, boca, olhos, mãos, pés

E ser real, mais que um poema ideal


Ser despretensioso, gracioso, esse teorema

O amor faz a gente andar fora da solidão

Nós dois no planeta, assim bem juntinhos


Algo que mereça ser escrito com ternura à mão

Escrevendo com a caneta uma carta de amor 

Sou careta: esse é meu simples dom, fora do tom 


Meu ofício de poeta que sou esse vagabundo 

Que vai distribuindo encantadoras rosas 

Pela paisagem da imensidão desse vasto mundo


Um amor profundo que vou lapidando 

Bem mais fundo, vou florando esse amor

Do que há de mais bonito nesse infinito.


Autor: Flaviano Gomes da Silva


Dedico esse poema a todos ao dia dos namorados, para todos os casais.

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