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sexta-feira, 19 de junho de 2026

Poema: Sem perder a ternura


 

Sem perder a ternura


O mundo gira eu no meio disso tudo preciso

Sempre sonhar neste deserto só Deus e eu

Com incapacidade de reagir à vida chorar de

Alegria, e seguir lutando de qualquer jeito 


O peito totalmente sensível mesmo tão ferido

Os dias de luta que nunca acabam, resilientes, 

Me fazem cada vez mais forte, e seguir em frente 

Se eu cair, vou me levantar após o sol nascer


Eu vim para vencer, sem me perder no mundo 

Sem perder o porquê da luta com a firmeza 

Sem perder a ternura, sonhar à altura dos meus 

Sonhos grandiosos é isso que me mantém vivo


Mesmo que eu não queira, precisamos seguir em frente 

Onde possa abraçar sentir, o mundo e suas injustiças 

Meus sonhos de encontro com a  pura  liberdade onde 

Tenha igualdade,  e não haja escassez de fraternidade 


Sou pura ambição, maior que qualquer solidão 

Não peço permissão para existir; sou uma dose

De loucura com mistura de dor, caos, e brilho

Com amor, esta docilidade lúcida corre na veia.


Autor: Flaviano Gomes da Silva 

    

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