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terça-feira, 19 de dezembro de 2023

Poema: Versos rebeldes em dia de chuva

 Versos rebeldes em dia de chuva 


Vamos fugir desse lugar

Vamos correr ficar na chuva

Beijar almejar o amor

Vamos fugir rumo a felicidade


Vamos amar na chuva sem parar

Fotografar te amar, onde você está?

A pé, ou de coração versos

Que espanta a solidão molhada.


Autor: Flaviano Gomes da Silva


sábado, 16 de dezembro de 2023

Poema: Eu

 Eu


Eu sou apaixonado obcecado 

Pela minha loucura genuína 

Me imponho, disponho, oponho 

Na mesma face próprio luar


Na mesma vida, contida 

Revida, revisa, reinventar

Reivindicar a rebeldia

Quero ser louco por um dia


Uma rebeldia de uma vida

Quero ter uma vida, ou melhor

Viver a minha vida, uma ida

Um vagabundo pelo mundo.


Autor: Flaviano Gomes da Silva


domingo, 10 de dezembro de 2023

Poema: Eu gosto disso

 



Eu gosto disso


Eu gosto quando você faz

Essa cara de quem vale nada

Eu gosto disso, eu amo isso


Você criteriosa , maliciosa

Misteriosa, eu gosto muito

Disso, sem compromisso


Você gosta do meu jeito

Meu jeito vagabundo

De ser, você ama se excita


Quando eu digo que te amo

Você se arrepia, você se

sorria toda vez, fica assim

Como vontade, com maldade.


Autor: Flaviano Gomes da Silva


sexta-feira, 8 de dezembro de 2023

Poema: Às vezes

 


Às vezes


Às vezes é só eu, no estreito 

Meu sonho no mundo

Às vezes é só dúvidas, incertezas

Às vezes é assim como o silêncio


Às vezes só garoa a serração

Às vezes só o nada

Agonia de um fracasso

De não ter sonhado, não acreditado


Às vezes só eu, e o medo de falhar

O medo de não realizar

Às vezes é só, às vezes no poço


Chorar, sorri, se alegrar

São tempestades no meio da tarde

Às vezes é temperamental

Como um violino na orquestra


E aquele sonho que não deu certo

A solidão misturado solitude


Talvez às vezes precisa mudar

A atitude viver mesmo que se ilude

Mas seja a estrela brilhante no breu

Mas, nunca desacredite de você .


Autor: Flaviano Gomes da Silva


terça-feira, 5 de dezembro de 2023

Poema: Poeta vagabundo nato

 Poeta vagabundo nato


Qual é o labirinto do amor?

Qual estrada que não tem dor?


Se existir vou querer por favor

Uma, duas, três ressaca


De solidão é um aviso, meu bem

De aventura beijo suas curvas


E contornos me embriagar te amar

Um amor literário, um amor imaginário


Mesmo seja um vagabundo confesso

Professo poesia, minha lúcida regalia


Brincar de correr na chuva

Sentimento enxuga e encharca


Vou de amor sem essa canção?

Meu triste dom, eu declarando


Tipo fora do tom, aumenta aí...

O som do mar, as bebidas do bar


Sentir que sinto, sofrer o que eu sofro

Esse sentimento é mais que um sopro


Na magia do bailar, no dançar

Boto fé que o amor é para amar


Teoria rítmica do som do meu coração

Pior não entendo de química


Tipo lance final de campeonato

Poeta vagabundo nato.


Autor: Flaviano Gomes da Silva


segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

Poema: Gratidão

 

Gratidão


Meus passos a se seguir no brilho

Solitário de uma estrela no céu

Riscar estrelas perfeita sintonia

Pelos caminhos de ventos e chuva


Na alegria do dia a dia e na gratidão

De viver o hoje, e não ser vaidoso

Se for validar o amor no meu peito

Na ternura de um dia, no compasso


Ser totalmente feliz, por tanto ou

Por um triz, ser feliz aproveitar

O mais simples gesto de amor

E ser grato por chamar de meu amor.


Autor: Flaviano Gomes da Silva


Obrigado meu Deus pelo o dom da minha vida e da minha família, obrigado por senhor existir e ouvir as minhas orações.

domingo, 3 de dezembro de 2023

Poema: Descalço na fração da tarde

 Descalço na fração da tarde


Descalço na fração da tarde

Peito descanso ao seu peito

Na batida perfeita que enfeita

A vida horas do entardecer


Faço tentando te esquecer

Faço tudo pensando em você

O horário ele leve com a tarde

Peito sobre seu peito mansa


Da dor, na loucura, perdida

Mania de encontrar no seu

Beijo em redescobrir no seu

Sorriso mais radiante quente


De se acontecer me descanso

Profundamente em seu corpo

As frações vem seduzindo com o

Horário, tarde se desbota ao te vê.


Autor: Flaviano Gomes da Silva