Camisa Azul
Camisa azul
Sorriso no olhar
Terra e mar
Cabelo grisalho
Para mim agasalho
Conversa macia
Doce que nem melancia
Lançaria vários poemas
Para meu velho
Quero ele no coração
Mesmo tão longe
Do meu pedaço de chão
Mas desejo de coração
Que azul de sua camisa
Seja luz da sua vida.
Autor: Flaviano Gomes
"Bem-vindo(a) ao meu blog, um dos melhores espaços de poesia contemporânea da internet! Aqui, cada poema é único, autoral e feito para tocar a alma e o coração de quem passa por aqui. Minha escrita é intensa, sincera e movida pelo desejo de inspirar, emocionar e transformar as pessoas e o mundo ao meu redor. Sinta-se em casa e deixe-se levar pelas palavras e pelo encanto delas."
Translate
Poemas sensuais
- Página inicial
- Sobre o autor
- Poemas de Amor
- Poemas
- Sonetos de amor
- Poemas curtos de amor
- Poemas de Beijo na chuva
- Poemas curtos
- Poesia do Dia
- Poemas de sonhos
- Poemas Contemporâneos
- Poemas Críticas sociais
- Poemas Religiosos
- Poemas de amizade
- Poemas de Natal
- Poemas Infantis
- Poemas sobre a vida
- Poemas sobre a solidão
- Haicai
- Sonetos
- Trova
- Rondó
- Sextina
- Balada
sábado, 8 de fevereiro de 2020
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020
Poema: Língua ao Estrangeiro
Língua ao Estrangeiro
Eu só queria falar
Uma língua límpida
Não dizer
I love you baby
É feio pra chuchu
Prefiro meu arroz com feijão
Mas João sabe que necessário
Falar que nem o estrangeiro
Sem nenhum exagero
Até na feira eles já falam
thank you have a good day
Perguntei que danado
Tá fazendo isso
Uai!
Se não tá sabendo
É o tal da globalização
Mundo em transação
Do feio pro mais bonito
Tem acostumar com convívio
De tarde virou mania tomar Chá
Não há café
Agora mudou pro filé
Sem saber realmente o que é.
Nome: Flaviano Gomes
Eu só queria falar
Uma língua límpida
Não dizer
I love you baby
É feio pra chuchu
Prefiro meu arroz com feijão
Mas João sabe que necessário
Falar que nem o estrangeiro
Sem nenhum exagero
Até na feira eles já falam
thank you have a good day
Perguntei que danado
Tá fazendo isso
Uai!
Se não tá sabendo
É o tal da globalização
Mundo em transação
Do feio pro mais bonito
Tem acostumar com convívio
De tarde virou mania tomar Chá
Não há café
Agora mudou pro filé
Sem saber realmente o que é.
Nome: Flaviano Gomes
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020
Poema: Com tudo diferente
Com tudo diferente
É diferente, não é igual
Fora do normal
Signo?
Não sei... É diferente
Água e fogo
No esboço
Temperatura
Atura beijinhos
Fria eu quente
Ela flor eu cravo
Ou quis dizer rosa...
Nada haver...
Tão apaixonante
Distante pertinente
Qual sentir?
sinto, é amor?
Ou
Dor?
É amor
Mas
Diferente reagente
Ao coração
Lindo de se ver
Amor pluralidade
Idade?
Não importa
Importa sorriso dela
Mais, nada, só isso
Parecido?
Não, as estrelas escreve
Tudo entrelinhas juntinhos
Só o amor pode explicar
O inexplicável durável
Amável pulsante
Não distante
Pulsa o coração
Mesmo diferente
O amor é assim...
Tão juntinho casal
De dia de chuva
Mãos dadas na calçada
É diferente?
Acho que não
Nois vamos nos completando
Amando da nossa maneira
Eu sou de janeiro
Ela eu nem sei...
É amor, oi!
É momento
Argumento talvez esteja sem
Mas, eu te amo
Com tudo diferente
Mesmo assim...
Autor: Flaviano Gomes
"Singela homenagem ao Renato Russo, a música Eduardo e Mônica "
É diferente, não é igual
Fora do normal
Signo?
Não sei... É diferente
Água e fogo
No esboço
Temperatura
Atura beijinhos
Fria eu quente
Ela flor eu cravo
Ou quis dizer rosa...
Nada haver...
Tão apaixonante
Distante pertinente
Qual sentir?
sinto, é amor?
Ou
Dor?
É amor
Mas
Diferente reagente
Ao coração
Lindo de se ver
Amor pluralidade
Idade?
Não importa
Importa sorriso dela
Mais, nada, só isso
Parecido?
Não, as estrelas escreve
Tudo entrelinhas juntinhos
Só o amor pode explicar
O inexplicável durável
Amável pulsante
Não distante
Pulsa o coração
Mesmo diferente
O amor é assim...
Tão juntinho casal
De dia de chuva
Mãos dadas na calçada
É diferente?
Acho que não
Nois vamos nos completando
Amando da nossa maneira
Eu sou de janeiro
Ela eu nem sei...
É amor, oi!
É momento
Argumento talvez esteja sem
Mas, eu te amo
Com tudo diferente
Mesmo assim...
Autor: Flaviano Gomes
"Singela homenagem ao Renato Russo, a música Eduardo e Mônica "
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020
Poema: Obra Prima
Obra prima
Penso nela ela me tira o sono
Nessa fuga constante
Entre o perto e o longe
Memória de um alvejado
Coração maltratado
Com espinhos cravados
Cicatrizes abertas inquietas
Manuseável sentimento em dilatação
Colisão, paradoxo em composição
Partituras em decomposição
Obra prima de um poeta em solidão.
Autor: Flaviano Gomes
Penso nela ela me tira o sono
Nessa fuga constante
Entre o perto e o longe
Memória de um alvejado
Coração maltratado
Com espinhos cravados
Cicatrizes abertas inquietas
Manuseável sentimento em dilatação
Colisão, paradoxo em composição
Partituras em decomposição
Obra prima de um poeta em solidão.
Autor: Flaviano Gomes
Poema: Lendo e Lembrei
Lendo e lembrei
O que estava fazendo
Lendo e lembrei
Do risos, cabelos
Prefiro está aqui
só para saber
O que sentiu, reagir
Prefiro a distância
Elegância da solidão
silêncio disse tudo
E pouco a mais
detalhes se vai
Como passarinho
Voando de telhado a telhado
não a seu lado
Em outra direção
Ação do vento
Que tudo se vai
Sem perguntar
Por quê
foi assim
Que tudo aconteceu
Desapareceu anoiteceu
Eu escrevendo
Vendo o tempo
No silêncio.
Autor: Flaviano Gomes
O que estava fazendo
Lendo e lembrei
Do risos, cabelos
Prefiro está aqui
só para saber
O que sentiu, reagir
Prefiro a distância
Elegância da solidão
silêncio disse tudo
E pouco a mais
detalhes se vai
Como passarinho
Voando de telhado a telhado
não a seu lado
Em outra direção
Ação do vento
Que tudo se vai
Sem perguntar
Por quê
foi assim
Que tudo aconteceu
Desapareceu anoiteceu
Eu escrevendo
Vendo o tempo
No silêncio.
Autor: Flaviano Gomes
terça-feira, 4 de fevereiro de 2020
Poema: Tentei te Esquecer
Tentei te esquecer
Tentei te esquecer
Não conseguir
Quando vejo seu sorriso
Meche com minha mente
Rente a uma sentimento
Não cicatrizado
Pra quê?
Que é assim nem consego
Dormir volátil ágil incomodador
Dor na noite seu rosto me vem
À memória como sonho bom.
Autor: Flaviano Gomes
Tentei te esquecer
Não conseguir
Quando vejo seu sorriso
Meche com minha mente
Rente a uma sentimento
Não cicatrizado
Pra quê?
Que é assim nem consego
Dormir volátil ágil incomodador
Dor na noite seu rosto me vem
À memória como sonho bom.
Autor: Flaviano Gomes
sábado, 1 de fevereiro de 2020
Poema: Mundo Paralelo
Mundo Paralelo
A dor do amanhecer
Tem que tentar esquecer
Viagens de viajantes
Às vezes é na janela mesmo
Que viaja olhando os passarinhos
Brincando na chuva e calhas
Na poça d' água, eles brincam
Ou fazem baile na chuva
As gotas de caído no seu tempo
Conjunto que admiro
Repito em todas chuvas
Cultivo de alegria vem
Depois do dia
Do banho dos passarinhos
versos desertos como
Rua sem passarinhos
Acho que vai comer?
Canjiquinha que vizinho coloca
Para entender esse mundo
Paralelo que eu crio
E recreio para mim
E coloca no papel
Ensinamentos fiel
Dos deuses dos poetas
Que admiram pela janela
A simples brilho aquarela
No ímpeto do Ballet
Dos passarinhos e seus ninhos.
Autor: Flaviano Gomes
A dor do amanhecer
Tem que tentar esquecer
Viagens de viajantes
Às vezes é na janela mesmo
Que viaja olhando os passarinhos
Brincando na chuva e calhas
Na poça d' água, eles brincam
Ou fazem baile na chuva
As gotas de caído no seu tempo
Conjunto que admiro
Repito em todas chuvas
Cultivo de alegria vem
Depois do dia
Do banho dos passarinhos
versos desertos como
Rua sem passarinhos
Acho que vai comer?
Canjiquinha que vizinho coloca
Para entender esse mundo
Paralelo que eu crio
E recreio para mim
E coloca no papel
Ensinamentos fiel
Dos deuses dos poetas
Que admiram pela janela
A simples brilho aquarela
No ímpeto do Ballet
Dos passarinhos e seus ninhos.
Autor: Flaviano Gomes
Subscrever:
Mensagens (Atom)