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quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Poema: Que incendeia, acende as estrelas

 

Que incendeia, acende as estrelas


Quando os dias difíceis lacrimejarem

Serei um viajante com orgulho e fôlego

Viajante de um tempo de paz e amor

Com um ardor incontestável à deriva


De um mar de tremores loucas angústias

Assim serei eu: porque há vida e sonhos

No espaço de luz que incendeia acende

As estrelas, todo o continente injustiças


Serei esse sonhador que inflama na minha

Própria lama que falece do meu insaciável

Ego serei peregrino da mais embriaguez do

Mais contido prazer de ser tão interrogante 


De um prisma contemporâneo de um oceano

De possibilidades reais que se negar a mim

Mesmo sou incapaz de ferir, quem eu sou?

Talvez soei contraditório assim seja notório.


Autor: Flaviano Gomes da Silva



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