Como um vira lata triste sem rumo na rua sozinho
Como um vira-lata triste sem rumo na rua sozinho
A tristeza me arrasta, na fé ímpar de um martírio
Me alastra em meio às fraquezas humanas cotidianas
Da alma as dúvidas nuas falam tanto em mim
Com fé, e determinação, virtude, focado
Com o coração puro, percepção aguçada
Tenho que ter coragem, força e empatia
Para buscar, e seguir os meus sonhos
Sei que não é fácil, nas margens da imensidão
Falar do amor, quando se fura uma bolha
Sinto muitos percalços sociais, emocionais,
Os loucos também amam estão sóbrios lúcidos
Dos sentimentos nasce a poesia genuína, autêntica
A alma incendeia em febre no tempo de luta
Tatuando a alma com traumas emocionais
Frustrações, medos, anseios, dores, e rejeições.
Autor: Flaviano Gomes da Silva
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