Em prol do amor
O poeta sonha: a tristeza o acompanha
Ele também ama independente
Se têm fama ou sem a fama
Faça chuva ou faça sol em prol do amor onde for
Faz seus poemas com a dor
Com lemas é militante dos ideais
Poetiza os amores reais
Cumpre o seu papel é fiel ao seu coração
Mesmo que esteja em solidão
Em completa confusão, composição
Mesmo esteja fora do tom, usa seu dom
E em versos espalha seu pranto
Pelo mundo com ternura, e encanto
Alcunha: de triste, louco e solitário
Existe vida nessas estrofes
Nessa loucura que insiste
Com o peito ferido ainda persiste
Se faz imortal com às palavras
Caneta, papel, versos, estrofes
É sua arma seu instrumental
O seu rol, é sua coisa mais preciosa
E sagrado com o sol, e a terra
Está sempre pronto pra guerra
Para sempre amar, ser lar, aconchego
Sem deixar o ego inflar, poesia para curar
Para transformar, conscientizar o poeta
Sempre vai amar e ter algo para poetizar
Nem todo poema precisa rimar
Nem tudo na vida precisa se encaixar
Tudo na vida precisa de amar.
Autor: Flaviano Gomes da Silva
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