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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Poema: Em dias de lutas

 Em dias de lutas


Hoje eu lutei, venci com garra e coragem, firme

Onde os covardes não restam não têm vez

Nem o pó , com um coração leve, e aguerrido 

Como um guerreiro de fé, lutando dias na ralé 


Hoje foi difícil até para respirar, sem tempo parar

Foi intenso, rotina cansa morre o corpo cansado tão 

Anestesiado, hoje é dia vem de lutas na militância viva 

Comigo que dia de correria, sorria coloque o melhor 


Sorriso no rosto e vai na fé, parti com coragem 

Que hoje é dia de vencer, venceremos sempre 

Com a força que existe no meu coração em Deus 

Com habilidade de transformar a dor em amor


Esse é nosso diferencial com a força que existe 

Em mim, saber que Deus olha por mim todos os dias 

Me guiando na escuridão em dias de lutas e glórias 

De cabeça erguida, com fé, força e determinação


Com dignidade, honestidade somos guerreiros 

Em verso em verso vamos vencendo o leão de

Cada dia, eu sou merecedor o prêmio é vencer

A guerra com justiça social sendo o meu farol.


Autor: Flaviano Gomes da Silva


A poesia machuca tão profundamente mais que um soco. Esse é o poder dos versos.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Poema: Como um vira-lata triste sem rumo na rua sozinho

   

Como um vira lata triste sem rumo na rua sozinho 


Como um vira-lata triste sem rumo na rua sozinho 

A tristeza me arrasta, na fé ímpar de um martírio 

Me alastra em meio às fraquezas humanas cotidianas

Da alma as dúvidas nuas falam tanto em mim


Com fé, e determinação, virtude, focado 

Com o coração puro, percepção aguçada 

Tenho que ter coragem, força e empatia 

Para buscar, e seguir os meus sonhos 


Sei que não é fácil, nas margens da imensidão 

Falar do amor, quando se fura uma bolha

Sinto muitos percalços sociais, emocionais, 

Os loucos também amam estão sóbrios lúcidos 


Dos sentimentos nasce a poesia genuína, autêntica 

A alma incendeia em febre no tempo de luta 

Tatuando a alma com traumas emocionais 

Frustrações, medos, anseios, dores, e rejeições.


Autor: Flaviano Gomes da Silva


domingo, 25 de janeiro de 2026

Poema: Sem tempo pra parar

 Sem tempo pra parar 


O coração bate, bate
Em batida em batida 
Eu continuo andar
Sem tempo pra parar

Sem tempo pra 
Reparar o tempo 
Só anda pra frente 
No modo automático 

Tic-tac tic-tac me engoliu 
Só sorriu, só sorriu 
É a pior coisa que existe 
O tempo é opaco, e triste 

O tempo é um rio corre 
Só para frente, diferente 
De qualquer coisa 
A mesma rotina tudo igual 


Nada fora do normal 
E se é normal?
O corpo anestesiado
Qualquer amor 

Do meu lado 
Não sinto dor 
O sol não me aquece 
A chuva não me molha


Não sinto nada
Quando o nada é nada
O coração maltrata 
Sufoca o ser humano.

Autor: Flaviano Gomes da Silva

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Poema: Até o entardecer



Até o entardecer 


Estou ficando louco

Aos poucos, assim 

Cante pra mim, só isso 

Me diz que me ama


Vou acariciar seus 

Cabelos, me livrar 

Dessa solidão, eu

Preciso de um alívio 


Para eu respirar 

Vou me dedicar 

Preciso te amar 

Nessa doce manhã


Até o entardecer 

Preciso te ter ou

te esquecer no

Encontro do sol


Ter você do lado

Um pôr do sol, 

Meio alaranjado 

Beijar o seu corpo


Da cor do pecado 

Suas curvas, eu preciso 

Sentir o toque macio

De suas mãos em mim


Sem elas é quase o fim

Meu coração tão selvagem 

Desinquieto, bem perto 

Coberto de tanto amor.


Autor: Flaviano Gomes da Silva 


Às vezes, o coração não fala, ele grita.


segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Poema: Procure cultivar um coração saudável

 

Procure cultivar um coração saudável 


Às vezes eu quero tudo 

Às vezes não quero nada 

O coração às vezes para 

Dói, calejado, tão distante 


Por alguém do lado, reluta 

Para ser amado, orgulhoso 

Vaidoso intelectual tão banal

Minha sede por justiça social 


Por menos miséria, por injustiça 

Por toda fome, e prato vazio 

E um coração quebrado do

Seu lado, esquecido, faminto 


Algo que me entristece fico

Muado, com mundo ali fora 

Às vezes só quero ir embora 

Às vezes eu só quero outrora 


E alguém para amar, um lugar 

Na vastidão, desse mundo oculto 

Na pequenez me faço grande 

Repito pra mim mesmo: ande!


Não pare de sonhar, nunca

Mesmo, se o coração falecer 

Procure entender, se doer

Coloque um sorriso no rosto 


Mesmo se for contra o seu gosto

Procure a esperança na face das crianças 

Que alcança o imaginável 

Procure cultivar um coração saudável.


Autor: Flaviano Gomes da Silva


Triste, mas com um pouco de esperança no mundo.





domingo, 18 de janeiro de 2026

Poema: Reinou sobre a lei do amor

 


Reinou sobre a lei do amor 


Você chegou com tanta atitude 

Com muita atenção, e virtude 

Foi o céu no paraíso: seus risos 

E me ganhou, me curou como 


Um remédio, como amor de verão 

Seus olhos vieram de encontro 

Ao meu olhar nessa escuridão

Tocou profundamente meu ser


Renasceu no seu coração 

Como uma semente no chão 

Esse amor me alcançou 

E arrebatou nessa emoção


O seu sorriso ilumina tanto 

O meu dia, encontro da poesia 

Você é uma magia tão bela 

Doce e terna melodia do dia 


Reinou sobre a lei do amor

Eu até esqueci a minha dor

Você é fio condutor do meu 

Coração, dei adeus à solidão.


Autor: Flaviano Gomes da Silva 



É isso aí mano fé na caminhada.







quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Poema: É o choro de um pobre louco sonhador

  

É o choro de um pobre louco sonhador 


Qual é o valor exato da vida tão sentida?

Qual é o valor do amor em sua essência?

Entrando na fila da dor, distribuindo sorrisos

Sentir o cheiro da terra molhada de chuva 


Entre a guerra e a paz, portanto, só faz a sua 

Sentindo tanta dor, que eu nem sei medir

Eu mereço ser vencedor, o prêmio absoluto 

É o choro de um pobre louco sonhador 


Com muito louvor, ranger os dentes 

Com culto, levar a filosofia de vida onde for 

Nem sempre é do jeito que a gente quer

Da ré pra fé, lutar na vida até ganhar a medalha 


Quero encontrar meus braços erguido no céu 

Na tal humanidade, na mais pura fraqueza  

Me desculpe ser rude, atitude do prêmio 

A rebeldia é continuar  a sonhar nos dias difíceis


Mesmo assim, sol em sol, ser sempre em busca 

Da força de uma luz do farol, para enfrentar 

A solidão, dentro de uma escuridão imensa 

Usar imaginação, energética do ser, para não cair.


Autor: Flaviano Gomes da Silva 

sábado, 10 de janeiro de 2026

Poema: Na lonjura de um oceano

 

Na lonjura de um oceano 


Quando tudo parar no ar

O meu coração palpitar 

Doçura quente de um abraço 

Na lonjura de um oceano 

A sede de um suave beijo 

Ela vai voltar para me amar 


Por que eu sinto realmente 

É o amor na sua completude 

De um verso com uma atitude 

Vamos conhecer o mundo juntos 

Ser uma pessoa melhor cada dia 

Sermos eternos loucos apaixonados


Na leitura de um simples olhar 

Nessa delicadeza de um toque

Então tudo é sentido na alma 

Queimando com calma no inferno 

Se jogando nos seus braços 

Entre beijos e carícias, amassos.


Autor: Flaviano Gomes da Silva 








segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Poema: Se eu morrer amanhã, só

  

Se eu morrer amanhã, só 


Se eu morrer amanhã, só 

Fique sabendo que você 

É tão importante pra mim

Que essa é raíz da empatia


Vigou tanto em mim, enfim

De uma maneira solidária 

Quase mágica, encantadora 

Venci os meus preconceitos


Lutando como um guerreiro 

De pé, enfrentando os diversos 

Problemas, e contratempo

Aprendi com você essa forma


Nobre, e bonita que existe 

Que o infinito vai juntar 

Nós dois em laços onde

Nada jamais nos separará


Pois, então é assim que será 

Uma fé inabalável surgiu 

Me transformando em uma 

Pessoa cada vez melhor.

 

Autor: Flaviano Gomes da Silva 


Dedicados a minha psicóloga Vera Lúcia pela sua empatia, e compreensão que me inspira cada dia mais ser uma pessoa cada vez melhor nesse mundo.

domingo, 4 de janeiro de 2026

Poema: Minhas Humilhações

 

Minhas Humilhações 


Nem os antidepressivos

Curam as humilhações 

Nem a cama quentinha 

A cerveja geladinha na latinha 


Nem o sorriso de uma moça 

Nem um beijo apaixonado 

A dopamina viciante do dia 

Nem o sexo, nem o amor, o calor 


Nem mais linda poesia de amor 

As lágrimas incolor, tão dolor

Café feito na hora sem demora 

Nem todo dinheiro do mundo 


Vou ser sincero curar não cura 

Toda dor por metro quadrado 

tempo ameniza a dor cicatriza 

Qualquer tempo há de se esperar.


Autor: Flaviano Gomes da Silva 


A minha autoconfiança é arrogante.