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sábado, 10 de janeiro de 2026

Poema: Na lonjura de um oceano

 

Na lonjura de um oceano 


Quando tudo parar no ar

O meu coração palpitar 

Doçura quente de um abraço 

Na lonjura de um oceano 

A sede de um suave beijo 

Ela vai voltar para me amar 


Por que eu sinto realmente 

É o amor na sua completude 

De um verso com uma atitude 

Vamos conhecer o mundo juntos 

Ser uma pessoa melhor cada dia 

Sermos eternos loucos apaixonados


Na leitura de um simples olhar 

Nessa delicadeza de um toque

Então tudo é sentido na alma 

Queimando com calma no inferno 

Se jogando nos seus braços 

Entre beijos e carícias, amassos.


Autor: Flaviano Gomes da Silva 








segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Poema: Se eu morrer amanhã, só

  

Se eu morrer amanhã, só 


Se eu morrer amanhã, só 

Fique sabendo que você 

É tão importante pra mim

Que essa é raíz da empatia


Vigou tanto em mim, enfim

De uma maneira solidária 

Quase mágica, encantadora 

Venci os meus preconceitos


Lutando como um guerreiro 

De pé, enfrentando os diversos 

Problemas, e contratempo

Aprendi com você essa forma


Nobre, e bonita que existe 

Que o infinito vai juntar 

Nós dois em laços onde

Nada jamais nos separará


Pois, então é assim que será 

Uma fé inabalável surgiu 

Me transformando em uma 

Pessoa cada vez melhor.

 

Autor: Flaviano Gomes da Silva 


Dedicados a minha psicóloga Vera Lúcia pela sua empatia, e compreensão que me inspira cada dia mais ser uma pessoa cada vez melhor nesse mundo.

domingo, 4 de janeiro de 2026

Poema: Minhas Humilhações

 

Minhas Humilhações 


Nem os antidepressivos

Curam as humilhações 

Nem a cama quentinha 

A cerveja geladinha na latinha 


Nem o sorriso de uma moça 

Nem um beijo apaixonado 

A dopamina viciante do dia 

Nem o sexo, nem o amor, o calor 


Nem mais linda poesia de amor 

As lágrimas incolor, tão dolor

Café feito na hora sem demora 

Nem todo dinheiro do mundo 


Vou ser sincero curar não cura 

Toda dor por metro quadrado 

tempo ameniza a dor cicatriza 

Qualquer tempo há de se esperar.


Autor: Flaviano Gomes da Silva 


A minha autoconfiança é arrogante.


 

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Poema: Vamos voltar para o ringue

 

Vamos voltar para o ringue 


Vamos voltar para o ringue 

Vamos lutar até o fim, fique 

Mesmo que o sim seja imenso 


Eterna luta, nossa ousadia 

Minha ternura na loucura 

Boto fé na tristeza interior 


Já fragmentada alegria, sorria 

O intelectual é o norte âmbito

Um sensato louco na chuva 

Autor: Flaviano Gomes da Silva


"Todo dia, é dia de luta"

Adriano Juneor


Poema: Que me devora vivo

 


Que me devora vivo


Eu não sei falar 

De amor, só sei

Te amar, tanto 

O erro quanto 


O mar, tão lindo 

Quanto te amar

Entre as estrelas 

E luzes no chão 


Abriu buraco no vão 

Peito joguei álcool 

Para aliviar a dor

Que me devora vivo.


Autor: Flaviano Gomes da Silva 



sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

Poema: A pior coisa do mundo



A pior coisa do mundo 


É ruim demais, jamais 

Mendigar atenção 

A pior coisa do mundo

Prefiro 40° graus de febre 


Um braço quebrado 

Ou uma tenebrosa 

depressão do que 

mendigar atenção, 


O real valor é o respeito 

A mim, mesmo que doa

Meu coração vai entristecer 

Graças a Deus vai passar


Que em algum lugar 

Vou encontrar um amor 

queira me amar, alguém 

Que realmente queira ficar.


Autor: Flaviano Gomes da Silva


Eu pedi Deus um amigo, ele me deu um irmão.🥲

Ao meu amigo Adriano Juneor



Poema: Alguém para amar

 

Alguém para amar


Se seu sorriso for me buscar 

Em um só brilho tão solar

Vou fazer o seu coração 

De lar, alguém para amar.


Autor: Flaviano Gomes da Silva