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quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Poema: Até o entardecer



Até o entardecer 


Estou ficando louco

Aos poucos, assim 

Cante pra mim, só isso 

Me diz que me ama


Vou acariciar seus 

Cabelos, me livrar 

Dessa solidão, eu

Preciso de um alívio 


Para eu respirar 

Vou me dedicar 

Preciso te amar 

Nessa doce manhã


Até o entardecer 

Preciso te ter ou

te esquecer no

Encontro do sol


Ter você do lado

Um pôr do sol, 

Meio alaranjado 

Beijar o seu corpo


Da cor do pecado 

Suas curvas, eu preciso 

Sentir o toque macio

De suas mãos em mim


Sem elas é quase o fim

Meu coração tão selvagem 

Desinquieto, bem perto 

Coberto de tanto amor.


Autor: Flaviano Gomes da Silva 


Às vezes, o coração não fala, ele grita.


segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Poema: Procure cultivar um coração saudável

 

Procure cultivar um coração saudável 


Às vezes eu quero tudo 

Às vezes não quero nada 

O coração às vezes para 

Dói, calejado, tão distante 


Por alguém do lado, reluta 

Para ser amado, orgulhoso 

Vaidoso intelectual tão banal

Minha sede por justiça social 


Por menos miséria, por injustiça 

Por toda fome, e prato vazio 

E um coração quebrado do

Seu lado, esquecido, faminto 


Algo que me entristece fico

Muado, com mundo ali fora 

Às vezes só quero ir embora 

Às vezes eu só quero outrora 


E alguém para amar, um lugar 

Na vastidão, desse mundo oculto 

Na pequenez me faço grande 

Repito pra mim mesmo: ande!


Não pare de sonhar, nunca

Mesmo, se o coração falecer 

Procure entender, se doer

Coloque um sorriso no rosto 


Mesmo se for contra o seu gosto

Procure a esperança na face das crianças 

Que alcança o imaginável 

Procure cultivar um coração saudável.


Autor: Flaviano Gomes da Silva


Triste, mas com um pouco de esperança no mundo.





domingo, 18 de janeiro de 2026

Poema: Reinou sobre a lei do amor

 


Reinou sobre a lei do amor 


Você chegou com tanta atitude 

Com muita atenção, e virtude 

Foi o céu no paraíso: seus risos 

E me ganhou, me curou como 


Um remédio, como amor de verão 

Seus olhos vieram de encontro 

Ao meu olhar nessa escuridão

Tocou profundamente meu ser


Renasceu no seu coração 

Como uma semente no chão 

Esse amor me alcançou 

E arrebatou nessa emoção


O seu sorriso ilumina tanto 

O meu dia, encontro da poesia 

Você é uma magia tão bela 

Doce e terna melodia do dia 


Reinou sobre a lei do amor

Eu até esqueci a minha dor

Você é fio condutor do meu 

Coração, dei adeus à solidão.


Autor: Flaviano Gomes da Silva 



É isso aí mano fé na caminhada.







quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Poema: É o choro de um pobre louco tão sonhador

  

É o choro de um pobre louco tão sonhador 


Qual é o valor exato da vida tão sentida?

Qual é o valor do amor em sua essência?

Entrando na fila da dor, distribuindo sorrisos

Sentir o cheiro da terra molhada de chuva 


Entre a guerra e a paz, portanto, só faz a sua 

Sentindo tanta dor, que eu nem sei medir

Eu mereço ser vencedor, o prêmio absoluto 

É o choro de um pobre louco tão sonhador 


Com muito louvor, ranger os dentes 

Com culto, levar a filosofia de vida onde for 

Nem sempre é do jeito que a gente quer

Da ré pra fé, lutar na vida até ganhar a medalha 


Quero encontrar meus braços erguido no céu 

Na tal humanidade, na mais pura fraqueza  

Me desculpe ser rude, atitude do prêmio 

A rebeldia é continuar  a sonhar nos dias difíceis


Mesmo assim, sol em sol, ser sempre em busca 

Da força de uma luz do farol, para enfrentar 

A solidão, dentro de uma escuridão imensa 

Usar imaginação, energética do ser, para não cair.


Autor: Flaviano Gomes da Silva 

sábado, 10 de janeiro de 2026

Poema: Na lonjura de um oceano

 

Na lonjura de um oceano 


Quando tudo parar no ar

O meu coração palpitar 

Doçura quente de um abraço 

Na lonjura de um oceano 

A sede de um suave beijo 

Ela vai voltar para me amar 


Por que eu sinto realmente 

É o amor na sua completude 

De um verso com uma atitude 

Vamos conhecer o mundo juntos 

Ser uma pessoa melhor cada dia 

Sermos eternos loucos apaixonados


Na leitura de um simples olhar 

Nessa delicadeza de um toque

Então tudo é sentido na alma 

Queimando com calma no inferno 

Se jogando nos seus braços 

Entre beijos e carícias, amassos.


Autor: Flaviano Gomes da Silva 








segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Poema: Se eu morrer amanhã, só

  

Se eu morrer amanhã, só 


Se eu morrer amanhã, só 

Fique sabendo que você 

É tão importante pra mim

Que essa é raíz da empatia


Vigou tanto em mim, enfim

De uma maneira solidária 

Quase mágica, encantadora 

Venci os meus preconceitos


Lutando como um guerreiro 

De pé, enfrentando os diversos 

Problemas, e contratempo

Aprendi com você essa forma


Nobre, e bonita que existe 

Que o infinito vai juntar 

Nós dois em laços onde

Nada jamais nos separará


Pois, então é assim que será 

Uma fé inabalável surgiu 

Me transformando em uma 

Pessoa cada vez melhor.

 

Autor: Flaviano Gomes da Silva 


Dedicados a minha psicóloga Vera Lúcia pela sua empatia, e compreensão que me inspira cada dia mais ser uma pessoa cada vez melhor nesse mundo.

domingo, 4 de janeiro de 2026

Poema: Minhas Humilhações

 

Minhas Humilhações 


Nem os antidepressivos

Curam as humilhações 

Nem a cama quentinha 

A cerveja geladinha na latinha 


Nem o sorriso de uma moça 

Nem um beijo apaixonado 

A dopamina viciante do dia 

Nem o sexo, nem o amor, o calor 


Nem mais linda poesia de amor 

As lágrimas incolor, tão dolor

Café feito na hora sem demora 

Nem todo dinheiro do mundo 


Vou ser sincero curar não cura 

Toda dor por metro quadrado 

tempo ameniza a dor cicatriza 

Qualquer tempo há de se esperar.


Autor: Flaviano Gomes da Silva 


A minha autoconfiança é arrogante.